O país está em caminhada desenfreada rumo ao imprevisivel. Leis são manipuladas, desrespeitadas ou ignoradas a partir de quem as instituiu, e assim prosseguindo pelos que as infringem sem cerimônia alguma. O peso maior das leis recai sobre os menos protegidos de posses e, em determindads ciscunstâncias,em alguém objeto de alguma discriminação. Os pais atuais desconhecem, e até são inibidos de exercitar, a prática de boa educação familiar tradicional, donde poderiam emergir cidadãos de boa índole e dotados de preciosa personalidade. Todavia, há um malfadado estatuto que existe para propiciar aos adolescentes asas para a marginalidade. O próprio Estado não lhe dá o respaldo devido, deixando de prover os jovens de preparação para a vida responsável e da ocupação laboral, levando-os à formação técnica e ao emprêgo.
É imperativo que se mudem, em objetividade e aplicabilidade, todas as leis existentes, no tocante à educação de crianças e adolescentes, se quisermos ser, efetivamente um país de primeiro mundo.
Será uma completa utopía querer-se que o Brasil mude para melhor e tenha sua imagem perante o mundo mais resplandescente se forem mantidas as mesmas formas ( já deterioradas) de administrar as realidades públicas e sociais e o pragmatismo usual, desvirtuando às pessoas e coisas e a impunidade geradas por políticas que não subsistem a julgamento criterioso e justo, precipitam esta inquientante indagação: PARA ONDE CAMINHAMOS?
C&H

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