Quando dizemos em nossas manifestações que os politicos e governantes costumam enxovalhar nossa dignidade, menosprezando nossos direitos mais elementares no sentido de uma vida social digna, e fazem isso focados muito mais em seus interesses pessoais ou obedecendo orientações partidárias nocivas aos anseios da coletividade, não podemos eximir de culpa nossas próprias atitudes, quando dão vazão aos nossos instintos libertários (fugindo de todos os problemas que são nossos e cujas soluções tambem dependem de nós mesmos), priorizamos, acima da conta, direitos individuais ilimitados e banalizamos em todos os contextos. Fazemos isso, sim, em detrimento de assuntos seríssimos que envolve toda a CIDADANIA , ao deixarmos de expôr, analisar e questionar, em fôros adequados, problemas com que nos deparamos cotidianamente e que, dependendo de trabalhos sérios e eficientes de autoridades governativas ou mantenedoras da ordem e da justiça, poderiam nos garantir bem-estar e tranquilidade plenos. E com a nossa desídia, fazemos com que toda a sociedade, e com mais gravidade, os individuos e familias mais pobres, paguem um alto preço, que certamente, jamais poderá ser resgatado. Infelizmente, como sempre deixamos que só os políticos resolvam tudo por nós. Quando é que, finalmente, vamos nos interessar mais pelas DISCUSSÕES de assuntos que nos dizem respeito e pleitiar soluções que nos satisfaçam, buscando alcançar assim, uma INTEGRAÇÃO SOCIAL digna e que tem sido ao longo do tempo nossa maior aspiração. O que se depreende o comportamento das pessoas às quais apresentamos propostas para o fim de formação de grupo de DISCUSSÃO, é que as medianamente postadas no contexto social não querem se envolver com assuntos politicos, ao passo que as inseridas nas camadas mais pobres não se acham, talves até por sua propria situação economica, em condições de participar e contribuir com qualquer evento. As respostas mais frequentes são as de que "A IDÉIA É BOA E QUE DEVEMOS IR EM FRENTE" , sem sinalizar em nenhum momento, com vibração, com o desejo de participar. Torna-se assim evidente o DESINTERESSE, que tambem pode ser interpretado como incapacidade intelectual e despreparo em assuntos que requerem melhor desembaraço no conhecimento dos meandros da politica.
Desse modo, enquanto não adquirirmos um adequado grau de politização que nos permita, em paralelo ao desempenho dos representantes políticos nas casas legislativas, tambem discutir em nosso próprio meio, os problemas que nos dizem respeito, processo esse que pode exigir longo tempo até ser efitivamente posto em prática, devemos admitir que, fatalmente continuaremos BANALIZANDO DEMAIS todos os problemas, assuntos sérios e casos intempestivos que nos envolverem.
É ESPERAR, PARA VER E CRER!
C&h

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