A mulher como fonte de vida, mãe da humanidade, parceira natural do homem, matriarca dos clãs, epicentro universal de beleza, inspiração do amor-paixão, alma lírica dos poetas, e acima destas e de outras carinhosas intitulações, simplesmente rainha do lar, merece o nosso mais absoluto respeito e maior admiração.
Entrentanto, por mais excepcionais que sejam as reverências, que incondicionalmente a todas fazemos, não podemos deixar de manifestar grande apreensão. Pelas experiências já vividas e por todos os exemplos que nos mostra o cotidiano, ousamos vaticinar que o "poder feminino" têm como propósito vital superar o masculino em todos os seus desempenhos laboriais e uma MULHER NO PODER maior da república poderá nos mostrar essa realidade.
Diante dessa possibilidade cabe um alerta aos covardes algózes de mulheres: Que se acautelem esses ditos "machões", os tais que maltratam, assassinam e esquartejam mulheres, porque suas demonstrações de "valentia" poderão ter castigo muito mais rigoroso em breve tempo. Devemos duvidar? É esperar para ver!
C&H
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
BANALIZAMOS DEMAIS
Quando dizemos em nossas manifestações que os politicos e governantes costumam enxovalhar nossa dignidade, menosprezando nossos direitos mais elementares no sentido de uma vida social digna, e fazem isso focados muito mais em seus interesses pessoais ou obedecendo orientações partidárias nocivas aos anseios da coletividade, não podemos eximir de culpa nossas próprias atitudes, quando dão vazão aos nossos instintos libertários (fugindo de todos os problemas que são nossos e cujas soluções tambem dependem de nós mesmos), priorizamos, acima da conta, direitos individuais ilimitados e banalizamos em todos os contextos. Fazemos isso, sim, em detrimento de assuntos seríssimos que envolve toda a CIDADANIA , ao deixarmos de expôr, analisar e questionar, em fôros adequados, problemas com que nos deparamos cotidianamente e que, dependendo de trabalhos sérios e eficientes de autoridades governativas ou mantenedoras da ordem e da justiça, poderiam nos garantir bem-estar e tranquilidade plenos. E com a nossa desídia, fazemos com que toda a sociedade, e com mais gravidade, os individuos e familias mais pobres, paguem um alto preço, que certamente, jamais poderá ser resgatado. Infelizmente, como sempre deixamos que só os políticos resolvam tudo por nós. Quando é que, finalmente, vamos nos interessar mais pelas DISCUSSÕES de assuntos que nos dizem respeito e pleitiar soluções que nos satisfaçam, buscando alcançar assim, uma INTEGRAÇÃO SOCIAL digna e que tem sido ao longo do tempo nossa maior aspiração. O que se depreende o comportamento das pessoas às quais apresentamos propostas para o fim de formação de grupo de DISCUSSÃO, é que as medianamente postadas no contexto social não querem se envolver com assuntos politicos, ao passo que as inseridas nas camadas mais pobres não se acham, talves até por sua propria situação economica, em condições de participar e contribuir com qualquer evento. As respostas mais frequentes são as de que "A IDÉIA É BOA E QUE DEVEMOS IR EM FRENTE" , sem sinalizar em nenhum momento, com vibração, com o desejo de participar. Torna-se assim evidente o DESINTERESSE, que tambem pode ser interpretado como incapacidade intelectual e despreparo em assuntos que requerem melhor desembaraço no conhecimento dos meandros da politica.
Desse modo, enquanto não adquirirmos um adequado grau de politização que nos permita, em paralelo ao desempenho dos representantes políticos nas casas legislativas, tambem discutir em nosso próprio meio, os problemas que nos dizem respeito, processo esse que pode exigir longo tempo até ser efitivamente posto em prática, devemos admitir que, fatalmente continuaremos BANALIZANDO DEMAIS todos os problemas, assuntos sérios e casos intempestivos que nos envolverem.
É ESPERAR, PARA VER E CRER!
C&h
Desse modo, enquanto não adquirirmos um adequado grau de politização que nos permita, em paralelo ao desempenho dos representantes políticos nas casas legislativas, tambem discutir em nosso próprio meio, os problemas que nos dizem respeito, processo esse que pode exigir longo tempo até ser efitivamente posto em prática, devemos admitir que, fatalmente continuaremos BANALIZANDO DEMAIS todos os problemas, assuntos sérios e casos intempestivos que nos envolverem.
É ESPERAR, PARA VER E CRER!
C&h
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
PARA ONDE CAMINHAMOS?
O país está em caminhada desenfreada rumo ao imprevisivel. Leis são manipuladas, desrespeitadas ou ignoradas a partir de quem as instituiu, e assim prosseguindo pelos que as infringem sem cerimônia alguma. O peso maior das leis recai sobre os menos protegidos de posses e, em determindads ciscunstâncias,em alguém objeto de alguma discriminação. Os pais atuais desconhecem, e até são inibidos de exercitar, a prática de boa educação familiar tradicional, donde poderiam emergir cidadãos de boa índole e dotados de preciosa personalidade. Todavia, há um malfadado estatuto que existe para propiciar aos adolescentes asas para a marginalidade. O próprio Estado não lhe dá o respaldo devido, deixando de prover os jovens de preparação para a vida responsável e da ocupação laboral, levando-os à formação técnica e ao emprêgo.
É imperativo que se mudem, em objetividade e aplicabilidade, todas as leis existentes, no tocante à educação de crianças e adolescentes, se quisermos ser, efetivamente um país de primeiro mundo.
Será uma completa utopía querer-se que o Brasil mude para melhor e tenha sua imagem perante o mundo mais resplandescente se forem mantidas as mesmas formas ( já deterioradas) de administrar as realidades públicas e sociais e o pragmatismo usual, desvirtuando às pessoas e coisas e a impunidade geradas por políticas que não subsistem a julgamento criterioso e justo, precipitam esta inquientante indagação: PARA ONDE CAMINHAMOS?
C&H
É imperativo que se mudem, em objetividade e aplicabilidade, todas as leis existentes, no tocante à educação de crianças e adolescentes, se quisermos ser, efetivamente um país de primeiro mundo.
Será uma completa utopía querer-se que o Brasil mude para melhor e tenha sua imagem perante o mundo mais resplandescente se forem mantidas as mesmas formas ( já deterioradas) de administrar as realidades públicas e sociais e o pragmatismo usual, desvirtuando às pessoas e coisas e a impunidade geradas por políticas que não subsistem a julgamento criterioso e justo, precipitam esta inquientante indagação: PARA ONDE CAMINHAMOS?
C&H
VOZ AMORDAÇADA?
Com certa frequência lemos ou ouvimos manifestações de pessoas de boa projeção lamentarem o fato de que a sociedade brasileira se mantém calada e inerte diante de situações graves que afetam pessoas, familías e abalam até as estruturas institucionais do país. É como se todos estivessem amordaçados ou anestesiados, totalmente incapacitados para reagir.
À rigor, parece que só os corruptos, ladrões e bandidos de todos os naipes têm coragem e disposição para mostrar o que são capazes de fazer. Diante do que ocorre, é mais lamentável ainda sabermos que entidades que se dizem protetoras ou defensoras de qualquer coisa, não se usam para rebater qualquer tipo de injustiça ou violência, nos muitos casos extremamente dolorosos que acontecem diariamente entre nós, nêste país. Devemos crer que a intervenção nesses casos não deveria ser pertinente à esta ou àquela entidade, mas a todas aquelas, aos olhos das quais, as bases fundamentais da vida, repousam no respeito, na dignidade e principalmente nos direitos de CIDADANIA.
È de se esperar que a sociedade, desta data em diante, se muna de condições e instrumentos hábeis para fazer valer a sua própria voz e fazer-se ouvir em seus reclamos e clamores, em todos os quadrantes, emergindo assim do quadro letárgico em que se encontra.
C&H
À rigor, parece que só os corruptos, ladrões e bandidos de todos os naipes têm coragem e disposição para mostrar o que são capazes de fazer. Diante do que ocorre, é mais lamentável ainda sabermos que entidades que se dizem protetoras ou defensoras de qualquer coisa, não se usam para rebater qualquer tipo de injustiça ou violência, nos muitos casos extremamente dolorosos que acontecem diariamente entre nós, nêste país. Devemos crer que a intervenção nesses casos não deveria ser pertinente à esta ou àquela entidade, mas a todas aquelas, aos olhos das quais, as bases fundamentais da vida, repousam no respeito, na dignidade e principalmente nos direitos de CIDADANIA.
È de se esperar que a sociedade, desta data em diante, se muna de condições e instrumentos hábeis para fazer valer a sua própria voz e fazer-se ouvir em seus reclamos e clamores, em todos os quadrantes, emergindo assim do quadro letárgico em que se encontra.
C&H
terça-feira, 19 de outubro de 2010
IMPROBIDADE É NORMAL?
Já está bastante arraigado entre os eleitores o argumento de que todo político ocupando cargo público torna-se desonesto por ter oportunidades de tirar proveito de todos os expedientes dos quais participe. Se essa premissa é verdadeira ou não, o fato é que mesmo com tal suspeita, o eleitor continua cumprindo seu dever eleitoral como manda a lei, sem levar em conta, na maioria das vezes a idoneidade do candidato em que vota. Deve-se acreditar que, como não há regra sem exceção, existam, sim, candidatos eleitos que primam pela honestidade e probidade irretocáveis, mas mesmo assim - salvo se apresentarem provas mais que robustas de sua lisura - não escaparão daquele argumento e que nesses casos, diga-se de passagem, mostra-se leviano.
O povo, de certo modo, já está acostumado, tanto com desmandos e ineficiências, quanto com roubalheiras e maucaratismo de administradores públicos, a ponto de encarar esses casos como fatos banais. Será isso realmente normal? Em alguns outros lugares onde o povo não vê a desonestidade política de forma tão mansa e generosa, a coisa assume proprorções muito desagradáveis para os políticos. Já nos foram mostrados exemplos disso. E por estes lados, vai continuar do mesmo jeito? Será que os (poucos) exemplos de cidadania já demonstrados em algumas regiões do país ainda são insuficientes para contagiar todas as demais no sentido de exigir desempenho escorreito de todos os políticos?
Celso & Horácio
O povo, de certo modo, já está acostumado, tanto com desmandos e ineficiências, quanto com roubalheiras e maucaratismo de administradores públicos, a ponto de encarar esses casos como fatos banais. Será isso realmente normal? Em alguns outros lugares onde o povo não vê a desonestidade política de forma tão mansa e generosa, a coisa assume proprorções muito desagradáveis para os políticos. Já nos foram mostrados exemplos disso. E por estes lados, vai continuar do mesmo jeito? Será que os (poucos) exemplos de cidadania já demonstrados em algumas regiões do país ainda são insuficientes para contagiar todas as demais no sentido de exigir desempenho escorreito de todos os políticos?
Celso & Horácio
SOCORRO, SALVEM O BRASIL!
A situação fica a cada dia mais insustentável. Crimes horríveis acontecendo todos os dias. Homens covardes assassinam mulheres indefesas. Assaltos com mortes, invasões de residências, sequestros e tantos outros delitos que não deveriam ocorrer. Consumo de drogas se alastrando e invadindo também as escolas. Adolecentes se achando poderosos, escudados por uma lei esdrúxula, agridem colegas e professores. Corrupção e impunidade de mãos dadas se juntam contra a lei e a ordem pública. A polícia se esforça, mas o número de delinquentes se multiplica assustadoramente. A justiça , alavancada por leis que chegam a conspirar contra a dignidade cidadã, vacila na punição (que deveria ser rigorosa) aos culpados. O país vai de mal a pior e o povo fica totalmente expôsto à cruel situação de insegurança. Presos perigosos são libertados antes do término da pena e livres, voltam a cometer novos crimes. Parece estar havendo uma terrível inversão de valores e dignidade sendo subjugada pela insensatez e pela depravação. Presume-se que em breve o poder dominante seja o da delinquência, com assento nas instituições. SOCORRO, SALVEM O BRASIL!
Celso & Horácio
Celso & Horácio
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
COMO SERIA BOM...
Como seria bom e bonito ver a indisfarçável, satisfação no semblante dos meus concidadãos, assim como das pessoas com as quais cruzo em todos os lugares, pela alegria de se sentirem que tudo estaria em absoluta ordem e em paz! Governantes zelando exclusivamente e com todo o empenho pelo bem-estar de seu povo, leis sendo religiosamente e com bom grado cumpridas e respeitadas; pessoas interagindo nas diversas atividades e convivendo socialmente no mais elevado grau de civilidade; pais, mães e filhos perfeitamente integrados em conjunto sólido de respeito e harmoniosa conciliação; serviços públicos projetados e executados com obediência absoluta às normas do planejamento; assistência à saúde pública e outras necessidades sociais oferecidas com eficiência e pontualidade; cordialidade, cortesia e fraternidade em todas as relações pessoais, com isenção total de qualquer tipo de animosidade; completa rejeição de vícios, costumes e comportamentos vistos como inadequados e antissociais, seriedade, responsabilidade e dignidade como pressupostos do caráter de cada indivíduo. AH! COMO SERIA BOM E BONITO SE TUDO FOSSE REALIDADE!
Celso & Horácio
Celso & Horácio
terça-feira, 5 de outubro de 2010
SER (eleito) SEM TER (qualificação)
Mais uma etapa do nosso estado de liberdades democráticas começou a ser vencida neste 3 de outubro. Muitos candidatos viram confirmadas suas posições enquanto outros amargaram a rejeição popular.
Porém, nem todos os que venceram a corrida pelo voto nos dão a certeza de que vão legitimar nossas expectativas no desempenho de seus cargos, posto que, provavelmente, não tem nenhuma afinidade com política e nem capacidade intelectual - e quiçá moral - para exercê-la.
O preço que a sociedade toda vai pagar por algumas experiências que ela mesma aceitou sem reclamar, não deve ser objeto de quaisquer questionamentos futuros. Supõe-se que o dinheiro do contribuinte, esteja assim sempre disponível, talvez proporcionalmente, muito mais para custeio supérfulos do que para emprego em obras benéficas.
O pior de tudo isso, é que no final de cada mandato, os parlamentares que não produziram absolutamente nada, que embolsaram no "caradurismo" todos os meses generosos subsídios, e não foram reeleitos, não têm a dignidade de, ao menos agradecer ao povo as vantagens que usufruiram durante preciosos quatro anos, e nem de pedir desculpas pela nula produtividade.
Azar nosso, poderão dizer, porque fomos nós, com nossa santa ignorância política que os conduzimos aos patamares mais altos e que sua capacidade cidadã não lhes permitiria alcançar.
De todas as lições que mais essa etapa do nosso estado de liberdades democráticas nos proporcionou, uma, com certeza, servirá de lição básica para o sucesso, inclusive e principalmente nas urnas, já que o eleitor vota mesmo por figuração. Senhor CANDIDATO a futuro CANDIDATO, procure aparecer sempre na mídia, por menos expressiva que seja sua atuação, pois, na falta de um bom candidato o eleitor se lembrará facilmente de sua figura e cravará seu nome na urna. É a melhor maneira de SER SEM TER.
Provas disso já tivemos nestas eleições!
Celso & Horácio
Porém, nem todos os que venceram a corrida pelo voto nos dão a certeza de que vão legitimar nossas expectativas no desempenho de seus cargos, posto que, provavelmente, não tem nenhuma afinidade com política e nem capacidade intelectual - e quiçá moral - para exercê-la.
O preço que a sociedade toda vai pagar por algumas experiências que ela mesma aceitou sem reclamar, não deve ser objeto de quaisquer questionamentos futuros. Supõe-se que o dinheiro do contribuinte, esteja assim sempre disponível, talvez proporcionalmente, muito mais para custeio supérfulos do que para emprego em obras benéficas.
O pior de tudo isso, é que no final de cada mandato, os parlamentares que não produziram absolutamente nada, que embolsaram no "caradurismo" todos os meses generosos subsídios, e não foram reeleitos, não têm a dignidade de, ao menos agradecer ao povo as vantagens que usufruiram durante preciosos quatro anos, e nem de pedir desculpas pela nula produtividade.
Azar nosso, poderão dizer, porque fomos nós, com nossa santa ignorância política que os conduzimos aos patamares mais altos e que sua capacidade cidadã não lhes permitiria alcançar.
De todas as lições que mais essa etapa do nosso estado de liberdades democráticas nos proporcionou, uma, com certeza, servirá de lição básica para o sucesso, inclusive e principalmente nas urnas, já que o eleitor vota mesmo por figuração. Senhor CANDIDATO a futuro CANDIDATO, procure aparecer sempre na mídia, por menos expressiva que seja sua atuação, pois, na falta de um bom candidato o eleitor se lembrará facilmente de sua figura e cravará seu nome na urna. É a melhor maneira de SER SEM TER.
Provas disso já tivemos nestas eleições!
Celso & Horácio
VOTO PERDIDO
Com alguma freqüência, no momento do sufrágio a coisa se repete. O eleitor, desalentado pelos exemplos de indiferença e alheamento às questões de grande importância política para a população de sua cidade ou região onde a mesma se situa, e manifestando uma espécie de revolta cívica, desvia o foco lógico de sua escolha eleitoral para uma outra figura, assaz diferente, metamorfoseando-a como sua "preferida". Fácil será deduzir-se que o resultado não será nada proveitoso para quem faz tal opção, e que o máximo de satisfação que esse ato poderá trazer será o efeito jocoso que o mesmo produzirá, tanto para si quanto para os que o acompanharam no mesmo propósito.
É profundamente lamentável que em plena era de conhecimentos tecnológicos, tantos modernos, quanto mirabolantes, a concepção humana do discernimento e a capacidade racional de procurar (e encontrar) respostas justas e perfeitamente adequadas à melhor forma de construir bases seguras, e inquestionávelmente saudáveis, para a perfeita interação entre pessoas, famílias e comunidades, estejam sempre a nos mostrar deficiências conjunturais de visão política e sinais evidentes de fracasso sócio-cultural.
Assim é que a eleição para um cargo de relevante importância como o de DEPUTADO FEDERAL, de um personagem medíocre dos meios artísticos - um arremedo de ator cômico - como já o fora em eleição anterior, de um certo cantor dos cerrados nordestinos, bem como em outras oportunidades, de bichos de diferentes espécies, dentre os quais "CACARECO" (lembram-se?), longe de representar uma forma de protesto, reproduz, na verdade, além de um retrocesso de cidadania, uma sintomatologia da ignorância relativa ao voto, como bem o dissera tempos atrás um emérito personagem do nosso esporte e que, segundo o qual, o CIDADÃO BRASILEIRO NÃO SABIA VOTAR.
É pena que vontades tão intempestivas e irrecorríveis , quanto ignominiosas, resultem em proveito exclusivo apenas para a parte privilegiada com tão inesperada ascenção, em total detrimento de consideráveis parcelas da população necessitadas de representantes políticos dignos e altamente credenciados.
Fica aqui nosso apelo a todos os eleitores brasileiros: Em época de eleição, ainda que seu espírito contenha porções grandes ou resíduos de incompatibilidade com determinado CANDIDATO, faça um esforço para neutralizar seus sentimentos negativos e procure, dentre todos os postulantes, aquele que melhor se enquadre em suas pretensões de cidadania politicamente consciente. Está é a nossa opinião sobre o que se pode chamar de 'VOTO PERDIDO" .
Horácio & Celso
É profundamente lamentável que em plena era de conhecimentos tecnológicos, tantos modernos, quanto mirabolantes, a concepção humana do discernimento e a capacidade racional de procurar (e encontrar) respostas justas e perfeitamente adequadas à melhor forma de construir bases seguras, e inquestionávelmente saudáveis, para a perfeita interação entre pessoas, famílias e comunidades, estejam sempre a nos mostrar deficiências conjunturais de visão política e sinais evidentes de fracasso sócio-cultural.
Assim é que a eleição para um cargo de relevante importância como o de DEPUTADO FEDERAL, de um personagem medíocre dos meios artísticos - um arremedo de ator cômico - como já o fora em eleição anterior, de um certo cantor dos cerrados nordestinos, bem como em outras oportunidades, de bichos de diferentes espécies, dentre os quais "CACARECO" (lembram-se?), longe de representar uma forma de protesto, reproduz, na verdade, além de um retrocesso de cidadania, uma sintomatologia da ignorância relativa ao voto, como bem o dissera tempos atrás um emérito personagem do nosso esporte e que, segundo o qual, o CIDADÃO BRASILEIRO NÃO SABIA VOTAR.
É pena que vontades tão intempestivas e irrecorríveis , quanto ignominiosas, resultem em proveito exclusivo apenas para a parte privilegiada com tão inesperada ascenção, em total detrimento de consideráveis parcelas da população necessitadas de representantes políticos dignos e altamente credenciados.
Fica aqui nosso apelo a todos os eleitores brasileiros: Em época de eleição, ainda que seu espírito contenha porções grandes ou resíduos de incompatibilidade com determinado CANDIDATO, faça um esforço para neutralizar seus sentimentos negativos e procure, dentre todos os postulantes, aquele que melhor se enquadre em suas pretensões de cidadania politicamente consciente. Está é a nossa opinião sobre o que se pode chamar de 'VOTO PERDIDO" .
Horácio & Celso
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